Há de novo pequenas grandes coisas ...
...pelo que voltàmos para... coisar!
Pequenas grandes coisas...
...pelo que voltàmos para... coisar!
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grande
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16:54
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O Sport Lisboa e Benfica a cada dia que passa demonstra que consegue sempre que os seus jogadores atinjam limites que noutros clubes eram completamente impossíveis, exemplos: O Roger nunca, em nenhum clube, teve performances tão más, mas no Benfica, com toda a mística em volta da Luz o “pequeno” brasileiro conseguiu fazer as piores épocas da sua vida. Outro bom exemplo para comprovar esta minha opinião, é o de Fyssas, que chegou à menos de um mês ao clube encarnado, rotulado como um dos poucos jogadores que, felizmente para ele, nunca se lesionou. Mais uma vez a mística benfiquista conseguiu que o jogador internacional Grego, atingisse mais um objectivo na sua, já bem sucedida carreira, ou seja, em menos de um mês o SLB pôs Fyssas no estaleiro.
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15:43
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Quem viu há dois meses atrás o treinador do FCP dizer que só ia embora, quando o “Papa” quisesse, acha estranho, que a expressão “por favor” faça agora parte do vocabulário do José “mau feitio” Mourinho.
È interessante que aquele que é considerado o treinador mais arrogante e rude da primeira liga utilize agora expressões como “por favor” e “se deus quiser”.
Eu no lugar do Mourinho também não admitia que, depois de dizer que um determinado jogador deveria morrer em campo, este ainda esteja vivo e de saúde.
Mourinho não está farto do Futebol em Portugal, ele só agora percebeu que o Pinto da Costa é o “Papa” e não o Dom Corleone, que pode aniquilar quem se atravesse à frente dos objectivos estipulados.
Será que o Rui Jorge como já esteve ligado ao “Vaticano” chibou-se, e o Sporting surpreendeu o FCP utilizando os mesmos métodos.
Uma fonte segura informou-nos que o União de Leiria se prepara para participar no campeonato do Iraque daí que, segundo a mesma fonte, a atitude de Mourinho em relação ao Rui Jorge está integrada no estágio de preparação para o difícil campeonato Iraquiano, que como sabem é observado pelas forças de segurança da GNR o que obriga a um vocabulário diferente.
Uma outra fonte avançou-nos com a informação, de que, Mourinho se estaria preparar para ser treinador principal de uma qualquer equipa inglesa, justificação mais que suficiente para que o Treinador de Setúbal esteja a renovar o seu vocabulário com expressões como, “Please” e “God help us”.
A 2ª fase de enriquecimento vocabular vai ter inicia quando forem assimiladas as expressões, “Fuck of” e “Suck my dick”.
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18:43
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Se querem que a lei do aborto seja revista, preparem um programa de debate sobre o tema, tendo como painel de convidados (alguns exemplos), José Castelo Branco, Zé Cabra, Tino de Rans, Linda reis, António Calvário, Alex, Bibá Pitta, Serenella Andrade, Iládio Clímaco, e José Figueiras, que (como confidenciou um familiar) é conhecido em casa pelo nome de "Mistake", vá-se lá saber porquê.
Com um grupo de paineleiros destes como exemplo todos os portugueses votariam a favor da despenalização do aborto.
PS: Com tanta gente desta por aí em liberdade ainda dizem que o Aborto não é livre.
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22:16
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Hoje vi a capa de uma revista onde estava a Margarida Rebelo Pinto.
E imaginei um dialogo comigo e com: a escri...não!...a artis...não!...a mulh...o ser humano que para além de não saber o que é um "fast booK" (livros escritos durante uma crise de diarreia cerebral) acha que os homens não prestam, e, talvez por isso tenha fornicado apenas com pouco mais do que o numero de mortos no acidente do Titanic.
À pergunta, gosta de literatura? Margarida respondeu: "Gosto mais de escrever".
Conselho: "Há quem diga que a Coca-Cola resulta nas diarreias, se assim for temos o problema resolvido"
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21:57
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A conhecida artista portuguesa, Dulce Pontes anda numa roda viva por todo o mundo, promovendo o seu novo álbum com o cunho de Enyo Morricone.
Pelo que sabemos a tourné tem sido um sucesso a todos os níveis, mas parece que algumas pessoas não estão muito satisfeitas com o rumo da carreira artística da Dulce, por exemplo:
José Saramago no dia em que Dulce Pontes actuou em Miami disse “hoje não me consigo concentrar com esta barulheira toda, no inicio pensei que este barulho vinha de cuba, devido ao meu divórcio com o Castro, mas afinal ele não quer boicotar o meu novo livro sobre a liberdade”.
Um representante do Circo Cardinali manifestou o seu interesse no trabalho da cantora, afirmando: Nós queremos promover o nosso espectáculo a nível mundial, no inicio pensamos no “emplastro” mas a Dulce Pontes tem melhor dicção”.
A empresa de cortinados “Corte & Costura” agradeceu : “ Obrigado Dulce por vestires os cortinados que sobraram da colecção do ano passado, bem haja”.
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21:44
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Ultimamente, como não tenho tido oportunidade para ver televisão, e por isso tenho dado bastante trabalho ao meu vídeo gravando “tudo e mais alguma merda”.
Ontem vi a cassete que continha um dos últimos “Herman SIC”, que foi enorme e por várias razões. Para pereberem melhor, uma das convidadas foi a Simara que afirmou: “não tenho namorado e estou à procura”.
Não sei porquê, mas, lembrei-me logo do Luis Filipe Vieira.
E perguntam vocês, porquê?
Então o Luis Filipe Vieira não è o homem em Portugal que mais sucesso tem com pneus, tendo sido mesmo “alcunhado” de “ Kadhafi dos pneus”! Faz sentido, não?
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21:27
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A SIC anunciou que em 2004, as despesas da estação irão ser reduzidas para metade.
Pinto Balsemão já tranquilizou os funcionários do canal televisivo, dizendo que se analisarem bem a questão, verificarão que as alterações não são muitas.
Um “Bufo” da estação de carnaxide “chibou” tudo afirmando que, “apenas foram anuladas as despesas relativas a umas mamas novas para a Silvia Alberto, um carregamento de “coca” para a Felicia Cabrita, um pack anual para abortar os putos indesejados pela direcção da estação televisiva, uma carcaça nova para a Fernanda de Freitas. Segundo a nossa fonte, o corte mais significativo está relacionado com a alargamento (não da UE) da boca da Clara de Sousa para a apresentação do “Jornal da Noite”, concorrente directo do “Jornal Nacional” apresentado por Manuela Moura Guedes”. Assim é impossível que uma estação de TV privada, possa fazer serviço público.
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23:33
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Uma multinacional farmacêutica prepara-se para avançar com os nomes dos nomeados para a entrega dos galardões anuais que em Julho de 2004 se irão realizar na Suíça.
A multinacional em causa premeia todos os anos aqueles que, devido a alguma doença ou dependência mais utilizaram os produtos da marca.
Segundo uma fonte próxima da empresa farmacêutica, pela primeira vez existem portugueses entre os nomeados para as várias categorias, são eles: José Castelo Branco nomeado para o “clister de ouro”, Paulo Portas que depois de recuperar de uma perigosa e “moderna” depressão (graças a um dos produtos da empresa), está agora nomeado para a categoria “supositório de ouro”. Saliente-se, que toda a população portuguesa está nomeada para o galardão “vaselina de platina”, nomeação que segundo especialistas na matéria, como Marcelo Rebelo de Sousa e Nuno Rogeiro, se deve ao facto das vendas do conhecido lubrificante terem aumentado drasticamente nos últimos dois anos. Há quem diga que estas nomeações só são possíveis devido ao bom trabalho realizado tanto pelo governo português, como pela Casa Pia.
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23:13
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Estava a pensar escrever sobre o Natal, mas, vou esperar que ele passe, pois não tenho coisas boas para dizer. Fiquem á espera!
PS1: Boas broas/bezanas/tosgas/cardinas/borrachas/cadelas.......etc,etc no fim de ano...e...não se esqueçam da última e da primeira "brelaitada" do ano...ou no anus.
PS2: Em relação ao gajo que inventou a merda do Natal, vejam lá se deixam de acusar o menino Jesus, pois não acredito que um gajo que ou anda quase nu, ou barbudo e gadelhudo fosse inventar uma merda dessas. O Natal é tão tótó que se o José Castelo Branco tivesse nascido á 2003 anos, eu diria que tinha sido esse paneleiro a inventar a merda do Natal.
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21:15
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Esta semana fiquei com a ideia que os emigrantes de Leste que habitam no nosso país sofrem de surdez aguda.
Com isto não estou a dizer que a culpa é deles , mas sim, de todos os portugueses.
Ora vejam: no outro dia acordei a horas decentes (13.00h) e desloquei-me a vários estabelecimentos comerciais mais conhecidos como o comércio tradicional (um tema a abordar mais lá para o ano), em todos eles as caixeiras (nome atribuido ás funcionárias do cómercio tradicional) gritavam com os senhores de Leste que, naturalmente, não entendem bem a nossa lingua nos primeiros tempos. Haja alguém que explique aos portugueses que se os estrangeiros não entenderem o que dizemos, não é por falar mais alto que eles vão entender.
PS: o mesmo se passa com os telemoveis sem rede........ pois meus amigos, há por aí muita gente que não necessita de telemovel, pois falam tão alto, tão alto que a Dulce Pontes comparada com eles é muda.
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Coisa
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20:54
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Isto de ser português tem muito que se lhe diga. E se alguma vez se perguntaram como foi possível que uma pequena nação de gente tão aparentemente tão complicada tivesse conseguido descobrir o mundo e conquistar metade dele, eu posso ajudar a responder à questão. A história que se segue, porque me foi contada num contexto profissional, não pode ter muitos pormenores identificativos por uma questão de respeito. No entanto, pouco se perderá. Vou contá-la como a ouvi não havendo razão nenhuma para que seja falsa. Os floreados que vou fazer, foram também eles instigados por quem me a contou.
Uma ideia portuguesa com certeza
Dois portugueses abastados, um pouco megalómanos, um pouco eufóricos e um pouco chicos-espertos, porque faziam anos decidiram oferecer uma prenda a eles mesmos. Decidiram que as suas empresas haviam de fazer algo especial para ilustrar o dia, algo que não deveria oferecer muita dificuldade e que “ficava bem”.
A responsabilidade e a parte pesada do assunto ficava para a empresa do menos abastado, obviamente. E foi com animo leve que aquele explicou à sua equipa o que queria. A ideia era simples: bastava fazer uma operação, num só dia, que normalmente costuma levar várias semanas a preparar, executar e finalizar. A equipa explicou-lhe então que o problema passava sobretudo pelo facto de ser impossível, nada de especial… Mas o homem queria à força e disse as palavras mágicas para que qualquer um que sabe distinguir o possível do impossível perca a cabeça e comece a achar que é capaz de fazer qualquer coisa: digam o que precisam, tudo o que precisam que eu arranjo (que é como quem diz, pago!).
A importância da inutilidade
E assim se começou a trabalhar no projecto impossível. A questão era tanto mais complicada que para percebermos a dimensão da operação é necessário esclarecer que não se conhece no mundo operação do género, pelo menos desta dimensão, na Europa seguramente nunca se fez. Mas os portugueses iriam conseguir, contra as suas próprias opiniões do que é possível e não é, iriam conseguir. Porém, devemos desde já explicar, que, para além de extremamente difícil, esta tarefa sofria de outro problema que contribuía para a falta de antecedentes: é absolutamente inútil, isto é, esta operação, que normalmente leva semanas a fazer, não se faz num só dia e de uma só vez porque além de impossível (pensava-se) não serve para nada, a não ser, submeter ao risco de falhanço uma tarefa que se pode fazer em segurança.
Americanos, espanhóis e artimanhas
E assim foi, que, um grupo de portugueses, decidiu fazer o impossível. Para tal foi necessário mandar vir maquinaria do estrangeiro. E veio. Topo de gama, tecnologia de ponta, acompanhada pelo respectivos técnicos americanos e espanhóis. Estes, coitados, quando chegaram e perceberam o que se ia passar não conseguiram conter os sorrisos a princípio e as gargalhadas pouco depois. Despreocupados, porque bem pagos, ainda haviam de chorar.
Aproximava-se o dia D e estava tudo preparado. Em grande. Tão grande, que a ideia de que iria ser um fiasco só não era mais forte que o medo de perder o emprego! Por isso lá se foi preparando tudo. Fizeram-se ensaios sobre ensaios, para perceber que o mais difícil era conseguir que tudo saísse bem. Encontraram-se as mais divertidas e absurdas soluções para colmatar a falta de preparação técnica e de know-how para a operação — estava-se em território virgem e qualquer artimanha passou a ser uma técnica de trabalho.
Um pequeno problema…
Finalmente chegou o dia. Um último exercício apenas melhorou um pouco os problemas do anterior, mas o tempo tinha acabado. Esperava-se o momento.
Dezenas e dezenas de pessoas estavam a postos e supostamente preparadas para darem inicio à operação. Tanto americanos como espanhóis já não riam porque estavam a trabalhar. O chefe da equipa, do alto dos seus “trinta e muitos anos daquela merda” pensava o que pensam estes homens naqueles momentos: sabendo que não é possível, estão há muito absolutamente convencidos que tudo vai correr bem, basta um pouco de “descontração e estupidez natural”. E sobretudo, basta sentir-se com sorte e agarrar as pontas à equipa. O resto é um dia atrás do outro e o que for será.
Em cada minuto, dos sessenta da operação, poderia surgir um erro que poderia não só manchar toda a operação como impedir que pudesse chegar ao fim. O momento aproximava-se e a tensão nervosa sentia-se no ar. Cerca de duas horas antes o inevitável aconteceu: deu merda. A maquinaria foi abaixo, os computadores de repente apagaram-se!
… um grande problema!
Não nos esqueçamos que esta era a responsabilidade de americanos e espanhóis. É verdade, que nós portugueses não estávamos preparados para o que íamos fazer, mas a maquinaria era responsabilidade deles, por isso era um problema deles. E os homens, profissionais como são viram-se apertados. Suavam às estopinhas com fios para lá, cabos para cá, teclados para um lado, rato para o outro… Com potentes telemóveis do tamanho de caixas de sapatos falavam com técnicos ainda mais superiores que eles, nos Estados Unidos, para resolver o imbróglio. Nada. A equipa estava tensa, os estrangeiros atarefados…
Faltava pouco menos de uma hora e parte substancial da operação estava no escuro de um ecran de computador. Fazer o restante, por muito bem que saísse, seria um fiasco…
O sucesso
Mas não haviam de ser americanos e espanhóis a colocarem-se na frente de mais um grande desígnio nacional. Quando a operação começou, poucos segundos haviam passado quando surge o primeiro erro. A equipa conteve-se. O tempo como que se enrolou por momentos para a seguir se desenrolar numa viagem eufórica e vertiginosa para o fim da operação — e aquele marcaria o caminho para o sucesso ou para o fracasso. Foi nesse momento que o chefe da equipa, perante o erro, sorriu, troçou dele mesmo como que escarnecendo da sua sorte. A equipa sentiu-se aliviada e esqueceu-se da possibilidade de poder falhar. Dali ao final foi tudo muito rápido, muito cadenciado, muito certinho, como nunca tinha sido. A hora terminou com outro pequeno erro que também não conseguiu manchar a empresa. Foi um sucesso que muitos, ligados ao ramo, tiveram dificuldades em acreditar. Estrangeiros e colaboradores ficaram deslumbrados. E claro, os abastados aniversariantes congratularam-se mutuamente, pensando talvez voltar a repetir um dia destes. A equipa sentiu-se recompensada e orgulhosa por ter feito o impossível e nem o facto de ser inútil tirou brilho a um feito inédito em muitos aspectos. E assim, mais uma vez, os portugueses mostraram o seu valor e do que são capazes…
Moral da história
Mas falta contar parte da história… Estávamos a poucos minutos do início da operação e a maquinaria, os computadores estavam em baixo. Os técnicos estrangeiros no local não sabiam o que fazer e falavam para os Estados Unidos em busca de auxílio. Em redor deles, equipa e colaboradores sentiam-se como se sentem os portugueses nestas alturas: ver falhar um americano e um espanhol, mesmo que nos foda a vida dá muito gozo. Mas chega de sofrimento… O Zé… O Zé, que é um português e bom rapaz, electricista de profissão que gosta de jogos de computador nas horas vagas e até percebe um bocadito daquilo, por alguma razão tão irrelevante, como por mim desconhecida, perante a azáfama dos estrangeiros, decidiu investigar. Foi-se chegando e olhando, pediu licença, e perante o olhar perplexo dos americanos, com dois toques de teclado, lá disse qualquer coisa como: “Oh, isto é fácil, basta… isto e… isto eeee… já está!”
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grande
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05:45
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Aqueles que quiserem ser actor ou actriz principal de uma qualquer peça de teatro (mesmo sendo de autoria de Sam Shepard) podem agora recorrer ao inovador sistema "seja uma estrela, mesmo que o seu trabalho seja uma merda". Este novo caminho para o estrelato é muito melhor que qualquer programa de tv ou reality show, pois assim é o concorrente quem manda no seu futuro, sendo sempre o melhor do mundo em tudo o que faz.
Estão a achar confuso? eu já vos dou um exemplo elucidativo, mas antes, deixem-me acrescentar um pequeno pormenor nada importante, é que neste novo formato é o concorrente que paga o programa.
Agora o exemplo: lembram-se da Catarina Furtado pintar o cabelo de loiro por estar a participar numa peça de teatro de autoria do Sam (já citado neste texto) onde era a actriz principal? ela foi a pioneira no novo caminho para o estrelato, ou seja, deslocou-se até aos EUA comprou a peça e escolheu os actores (até nos castings é péssima). Pelo menos não teve que dormir com o Sam para conseguir o papel (seriedade profissional acima de tudo).
Há quem diga que o programa "pequenos e terriveis" que a Catarina apresentava na SIC era uma homenagem aos papeis dela no cinema e teatro.
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Coisa
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21:20
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Ultimamente tenho pensado muito na legalização da prostituição, até porque eu próprio queria entrar no ramo, mas com tanta falta de informação, e com os sindicatos tão activos tenho algum receio em aderir á ideia.
Por exemplo, imaginem que eu sou proprietário de uma instituição de prestação de serviços ligada á prostituição e que uma funcionária de origem desconhecida (pois ela não fala e só utiliza a lingua como instrumento de trabalho) engravida.
Pergunta: Será que a gravidez pode ser considerada uma doença profissional ou um acidente de trabalho? Poderei vir a ser obrigado a indemnizar a funcionária em causa?
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Coisa
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22:57
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O Ministro da saúde Luis Filipe Pereira informou os portugueses que os serviços de saúde privados vãp passar a funcionar da mesma forma que o serviço público de saúde. Ou o ministro é burro e então deveria ser ministro das finanças, ou é sadomasoquista pois no estado em que está a saúde em portugal, as pessoas tem que recorrer ás clinicas privadas, se aquilo que o ministro prometeu se concretizar, vamos assistir a clinicas privadas com listas de espera de 10 anos.
Eu proponho que troquem apenas de funcionamento, ou seja, os hospitais públicos passam a funcionar como os privados, enquanto que os privados passam a funcionar como as instituições públicas de saúde, recorrendo ao factor C (cunha) mesmo sendo a pagar.
Que giro que era o Bill Gates estar disposto a pagar dois milhões de contos por uma simples cirurgia numa clinica privada portuguesa, e ser-lhe recusado porque ele não conhece ninguem da administração da empresa. No final do ano vamos todos fazer tchim, tchim á saúde de todos pois alguem vai precisar.
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Coisa
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22:39
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Na passada semana um grupo de funcionários de uma empresa de correios americana foi surpreendido por uma encomenda que se movimentava sozinha e que horas depois foi comida pelo elemento transportado. Imaginem que um corcodilo de metro e meio vos chegava a casa pelo correio......pois enganem-se aqueles que pensam que, a pessoa que enviou o animal vai ser punida por uma qualquer "lei de merda americana", por enviar pelo correio este tipo de encomendas. Segundo o que apuramos e por incrivél que pareça, a lei "fucking" americana só permite o transporte deste tipo de encomendas até meio metro de comprimento.
Coitada da alegada senhora de idade que por não interpretar bem a lei vai deixar de enviar corcodilos á sua amiga Suelli, que tão bem fabrica pantufas de corcodilo, para ocupar o tempo livre.
PS: Em breve iremos abordar o tema "transporte de gajas boas ilegais até 55kg"
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Coisa
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20:44
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Este blog 'tá a ficar um bocado desatualizado... e isso não é grande coisa!
Veremos...
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grande
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03:55
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É mau assobiar a selecção. Sobretudo antes do jogo, muito mau. Mas há coisas piores…
Por exemplo os jogadores virem queixar-se disso. ‘Tadinhos dos “rapazes”, são sensíveis e estão magoados. Mas porque é que os jogadores não aprendem que a sua função é jogar e não falar, que os melhores argumentos que têm são para apresentar no campo e não nas conferências de imprensa? (Começo a ter saudades de quando em frente aos microfones diziam sempre a mesma coisa sem qualquer tipo de conteúdo!) Raramente um jogador deve falar e na maioria das vezes quanto mais fala mais se enterra, seja no campo ou fora dele.
Nunca me hei-de esquecer da maior estupidez que alguma vez vi, e que parece ter sido o início deste fartar-vilanagem de conversa, quando João Pinto caiu na esparrela benfiquista de pedir desculpas aos adeptos por uma derrota pesada. Para mim esse acontecimento foi como ver um porco a andar de bicicleta.
Pior ainda, poderia ser por exemplo, os adeptos garantirem que desde o próximo jogo de preparação até ao último da selecção no Euro 2004, as nossas “meninas” fossem sempre assobiadas à entrada para os jogos. Talvez assim, o mal se tornasse um bem. Afinal, a apoiá-los nunca nos deram grandes vitórias, talvez motivados pelas nossas assobiadelas começassem a correr como nunca correram e a jogar como não costumam jogar. Talvez assim ganhássemos o campeonato, só assim. Talvez assim, mesmo que não ganhassem a prova, mas dignificassem o nosso futebol, talvez então merecessem um forte aplauso, que, melhor seria, receberem-no calados.
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grande
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14:09
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Oh Portugal, querem acabar contigo…
É verdade. Tu, velho país, que já foste maior que o mundo, que levaste a civilização onde havia barbárie, que trouxeste o que nunca havia sido visto, que descobriste, que exploraste… Tu, grande país, que sempre soubeste viver entre o mar e os outros, subjugando e resistindo, tu, que mantiveste inalterado, por séculos de mudança, aquilo que te fez sempre ser país, ser povo e nação, ser pátria, mátria e frátria… Tu que havias de ainda de ver o dia em que não querem mais que sejas país, nem Portugal, nem nada.
Oh, meu querido Portugal, séculos de grandeza te espreitam do passado, incrédulos no teu futuro. Oh Portugal, que não percebem o que te fez grande e duradouro — porque és autêntico —, não sabem porque razão existes — porque és diferente —, não querem saber da tua essência, querem vender-te pelo menor preço…
Minado por dentro, por cobarde inimigo, vozes se levantam para sorrateiramente acabarem com tudo quanto faz de ti um país sem comparação. Não sabem que és um velho tonto — o próprio rosto da Europa, como te cantaram o Camões e o Pessoa, com as barbas de molho no Atlântico. Não te percebem, adorável brincalhão de olhos salpicados do mar bravio em noites de nevoeiro, que inventas histórias de reis que hão-de vir, para te divertires emocionado. Não sabem que és como uma criança, em busca de desejos, atrás de pulsões, saltitando sem rumo num jardim à beira mar plantado. Corres que nem um doido atrás de uma borboleta africana, para quando a apanhas, a largares de novo livre como antes, censurando os teus pais que já a queriam guardar, presa num alfinete, numa caixa inglesa. Foges de casa por tempo indeterminado e voltas magro e doente, mais pobre que antes, com o brilho nos olhos de quem viu mais que alguns olhos hão-de ver, só porque foste por outro caminho onde já todos iam!
Mas que te interessa os outros e as suas opiniões, as suas regras — para ti não há espaço, nem tempo, não há razão melhor para viver que ser livre e aventuroso e se te disserem que há ouro na lua, não há maneira de te impedir de lá ir, nem que depois te esqueças dele. Porque importante são histórias que trarás para contar, de monstros e beldades, de aventuras e crueldades, de desgraças que não aconteceram por pouco, de mulheres, oh de mulheres lindas de morrer, mais belas que todas as que já viste até hoje, só porque nunca as tinhas visto antes…
Que poderão saber de ti? Porque estás velho e tonto, pensam que já não és tu, pensam que podem colocar-te de lado como fazem aos velhos, como tu, Portugal. Porque é que não te levantas e falas? Porque não lhes mostras como é viver? Como se vive em Portugal? Mostra-lhes, a esses estrangeiros nascidos nas tuas entranhas, emigrantes da vaidade que pensam poder pôr-te na ordem como a uma criança, ou arrumar-te num canto como a um velho. Mostra-lhes a alegria de acordar, o prazer de estar mais um pouco, de esperar por ir embora, de cortar mais uma fatia de pão, de beber mais um pouco de vinho e ouvir o vento invejoso nas oliveiras do caminho. Mostra-lhes como se cumprimenta o sol sem tirar o chapéu, como se arranja comida para mais um que acabou de chegar. Explica-lhes que uma amizade não se faz com hora marcada, que o amor não obedece ao tempo, que a vontade de fazer alguma coisa é mais importante que a maneira de a fazer — que um filho não se faz por decreto. Diz-lhes como se amassa o pão — que já não sabem — porque o pão que amassamos é como a cama que fazemos, e só assim sabemos que não foi o diabo. Diz-lhes que a felicidade não é quando tudo corre bem, mas sim quando tudo acaba bem e que dá mais gozo a felicidade por um triz, que um triz de felicidade. Explica-lhes que não é por obedecer a leis que se tornam menos porcos, que não é por cumprir regras que ficam melhores, não é por andarem de nariz no ar que são mais espertos. Diz-lhes que não é por darem aos outros o nosso governo que havemos de nos governar melhor!
Oh Portugal, que século trágico para ti, este! E como tu gostas disso, sempre com a ilusão que ontem é que foi bom e que amanhã será ainda melhor… Mas pode não haver amanhã. Podes não resistir Portugal, porque querem fazer de ti um bom aluno, asseado, pontual e cumpridor, eficaz e honesto e até rico, imagina bem! Não te rias Portugal, velho tonto… Ris-te porque sabes mais que eles todos juntos… Quase mil anos de história e tradição não se apagam assim.
Resiste Portugal, resiste que quando os romanos cá chegaram já nós tínhamos o pão nosso de cada dia, o azeite que nos alumiava e o vinho que nos aquecia. Por aí não nos ensinaram nada. E os mouros só se aproveitaram os que cá moraram. Os espanhóis não se demoraram como não se demoram. E tu Portugal ainda hás-de mostrar a todos que para viver… é preciso, por vezes, dar um par de estalos na mãe, deixar para amanhã o que não vale a pena fazer hoje ou ganhar um pouco de tempo olhando para o sol, a pôr-se, por cima da praia a pensar que se houver um caminho marítimo para a lua havemos de o descobrir.
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grande
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22:41
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Algumas prisões do país manifestaram o desejo de querer ZeCaBra detido nas suas instalações. Ao que conseguimos apurar, os detidos portugueses reclamam o facto de só alguns terem tido como companheiro de cadeia José Castelo Branco, que ao que parece fez furor durante o tempo em que esteve detido. Alguns jornais afirmaram que ZeCaBra estaria de rastos devido á sua detenção, mas, ao que parece tudo foi mentira e ZeCaBra foi dignamente recebido. Um familiar nosso, também ele detido mas heterosexual, explicou com muita emoção tudo o que se passou quando ZeCaBra chegou: "Ele chegou acenando para todos nós com uma simpatia digna de uma estrela", introduziu a nossa fonte, "trajado a rigor (fio dental e salto alto) o Zé fez sucesso durante o tempo que cá esteve, chegando mesmo a afirmar que tinha pena de ir embora pois todos tinham gostado dele e ele gostado de todos, mas em especial do Barrote (um negro com dois metros condenado por violação) que o tratou muito bem, excepto em relação ao facto dos preservativos terem rebentado, pois a sua validade tinha acabado em 1987" afirmou a nossa fonte em remate final. Devido a tudo isto, prisões de todo o país reclamam agora o direito a receber nas suas instalações o... homem... aliás... o ser que mais animação e dinamismo trouxe aos estabelecimentos prisionais portugueses. Algumas prisões avançaram ainda com a hipotese de negociar um acordo de compensação, caso Paulo Portas venha a ser detido.
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Coisa
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23:00
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