24.9.05
23.9.05
22.9.05
O mundo chorou

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Coisas de Portugal XXVII
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21.9.05
20.9.05
Coisas de Portugal XXV
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19.9.05
Ribatejanos com vida facilitada

Segundo uma notícia do CM duas farmácias na cidade de Santarém, vão passar a ter um serviço de “farma drive”. O cantor Pedro Barroso, que reside na região, afirmou que esta é uma “boa forma” de adquirir anti-ressacas sem ter que sair do carro, acrescentando (e lá vem mais um pseudo-citação ridícula) que, “normalmente nunca consigo chegar ao balcão,…. já fui injustamente multado e fiquei sem carta por acusar 3.78 gramas de álcool, só porque vomitei na balança electrónica”.
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18.9.05
17.9.05
16.9.05
O voto na pia
José Maria Martins, advogado do Bibi no processo da Casa Pia, anunciou que se vai candidatar à Presidência da República. È que os menores ainda não podem votar!
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15.9.05
Coisas de Portugal XVIII
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14.9.05
Coisas de Portugal XVII
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Não existem "luvas" em Portugal
Muito se fala de “luvas”! Uns dizem que existem em todo o país, outros dizem que é mais no norte que no sul.
Não concordo, pois por experiência própria, sempre que abasteço em qualquer estação de serviço do nosso país, nunca há luvas, e para piorar a situação, os toalhetes existentes nem óleo de farturas ensopam.
Parecemos os americanos, que não se importam de sujar as mãos por petróleo!
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13.9.05
Ainda há quem diga que em Portugal “não se passa nada de especial”!
Estou triste, estou farto, estou passado dos cornos!
Tenho reparado que os órgãos de comunicação social são muito cautelosos quando se referem ao pequeno Daniel de seis anos, o menino surdo-mudo, amblíope e com problemas motores, que foi assassinado à pancada. Na maioria das vezes referem-se ao Daniel, não como deficiente, mas como uma criança especial. Eu acho absurdo, pois na minha opinião, especiais, são todas as crianças, ou pelo menos, deveriam ser tratadas como tal.
Auxiliado pela terminologia vocabular que os jornalistas tem utilizado, posso agora afirmar, que vivemos num país especial, com uma assembleia da república composta por pessoas especiais, com um regime especial, onde trabalham jornalistas especiais, e onde quase tudo é feito de forma especial.
PS: Pela primeira vez na vida posso dizer que me sinto especial neste país.
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12.9.05
Pim Pam Pum
Vitorino é um estrangeirado.
Mário Soares é um sapo.
Cavaco é um bom aluno de Salazar. Ainda o vamos ver a dizer com voz trémula e tom providencial e apocalíptico: Portugueses, “sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar”. E quando essa altura chegar, Cavaco vai mandar e o povo vai obedecer alegre e progressivamente. ?Repetir-se-á a história de perceberem afinal que o que os salvou é o que os prende agora, e de novo saiam às ruas a pedir-lhe a cabeça? Delicadamente. Claro. Tão delicadamente como se engole um sapo. Tão delicadamente como se engole um sapo pela segunda vez, já mais velhito e irritante… Mas a vida é mesmo assim e todos temos que tomar conta do quintal aqui do nosso lado. Depois, é claro, o quintal do vizinho tem que ser bem visto, que é maior e não pode ser assim. — Já que o seu é tão grande, oh vizinho! Venha aqui para o meu que é mais aconchegante! E oh vizinho! Desculpe lá! Mas olhe que é verdade que o seu quintal tem umas vistas para a saúde de um homem, que não se pode, mas aqui é mais confortável, espiritual e espirituoso. O seu filho passa cá a vida. Isto só tem mesmo um problema. Parece assombração. Então não é, que há um sapo enorme e já velho que anda sempre aqui a rondar. Quer dizer sempre, não. Algumas vezes, quer dizer, é a segunda vez que ele cá aparece. E dá uma azia…
Quanto a Vitorino, reparei que o quintal dele é ainda a Europa e o Mundo. Para o bem e para o mal. O tonto dá-se ao luxo de mandar recados para a ONU! Já o seu clonado original de direita, tem como quintal o triângulo Lisboa-Braga-Celorico de Basto. Para o bem e para o mal. E eu não gosto de estrangeirados. Não me chateiam muito, mas não gosto e eu próprio evito sê-lo, na minha adorável dimensão. Respeito muito a originalidade, por isso não posso gostar nem de sapos, nem de aprendizes de Salazar. Prefiro alegria e poesia. Mas o destino de Portugal não passa por aí.
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