Da inimizade
És muito bonita mas pouco inteligente: Não gostas de mim — mais uma razão para me foderes...
Pequenas grandes coisas...
És muito bonita mas pouco inteligente: Não gostas de mim — mais uma razão para me foderes...
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Deveria ser uma petição nacional. Eu deixava de escrever por uns tempos.
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A única ajuda informática que um utilizador de Mac sabe dar é: "Se tivesses um Mac isso nunca aconteceria".
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E lá foram, os dois, à inspecção. O carro passou, mas ele não.
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Gostava tanto de cheirar os próprios peidos que deixou de comer comida de plástico com medo que se tornassem tóxicos.
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Sabes, às vezes gostava de ter Alzheimer para poder esquecer tudo isto. — Mas, tu tens, tu tens...
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A minha mulher não tem nada que seja dela — deu-me tudo. Dela mesmo, só tem o cú.
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Mas como é o que o meu problema pode ser da visão, doutor, se o que eu tive foi um ataque de coração? Oh homem, se ao menos você não visse os jogos da sua equipa...
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Isto é um cartaz do movimento pelas armas nos EUA.
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Mas se não te dás mal com o meu pénis, porque é que nunca o beijas antes de ir dormir?
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Querido, porque é que não conseguiste hoje? O problema é meu?... Não querida, é meu, hoje estou com falta de imaginação.
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Mau, não é trair a mulher.
Mau, não é trair a mulher e ser descoberto.
Mau, é trair a mulher, ser descoberto e ela não nos perdoar.
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É claro que não namoro contigo por causa do teu belo corpo, mas sim por causa do que está lá dentro... Mas é claro que, se não fosse o teu belo corpo, eu nunca tinha sequer espreitado para dentro de ti.
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Achas que exagerei querida? Não, afinal de contas ele entrou pela nossa casa dentro... Mas, o juiz... Eles ficam sempre aborrecidos quando não conseguem reconhecer os cadáveres.
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01:06
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Enquanto ele tirava as cuecas de uma só vez, ela remoía no assunto candidamente e questionava-se: achas que a fome no Mundo alguma vez acabará? No Mundo não sei, meu amor, disse ele, mas aqui em casa está prestes a acabar.
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01:35
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Sabe, fiquei muito satisfeito quando vim para cá trabalhar e percebi que esta empresa empregava pessoas... “especiais". Achei que era um bom sinal de responsabilidade social, mas desde que você foi promovido a chefe, percebi que era um caso grave de irresponsabilidade total.
Claro que estou satisfeito por trabalhar aqui. Sobretudo, desde que percebi qual é a política da casa. Sinto-me mais à vontade a trabalhar entre pessoas que funcionam como eu. É que antes tinha medo que me despedissem por eu ser desonesto e detestar trabalhar.
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01:34
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O povo judeu é de facto o Povo Eleito. Mas também é preciso ver que foram eles que se elegeram.
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01:33
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Com as tentativas de atentados, tanto o Reino Unido como os Estados Unidos (é tudo gente muito unida), elevaram os seus estados de alerta para o máximo, ou seja Alerta Vermelho. No caso dos EUA, chamam-lhe mesmo Red Alert, que é de resto um estado que eles parecem gostar. Segundo parece é assim que se sentem mais seguros. Já o Reino Unido, como é seu apanágio, encontrou outra forma de classificar os alertas. Por isso chamam-lhe "alerta crítico". Ou também conhecido por "alerta Miguel Sousa Tavares".
Fui por isso tentar perceber as escalas de outros países e fiquei impressionado.
Em França, o alerta máximo é o cor-de-rosa, só aconteceu uma vez na Segunda Guerra Mundial e entregaram-se logo aos alemães. Sobrou porém uma resistência, já que há muitos daltónicos no país.
Em Espanha, não existe escala – estão sempre em alerta máximo pois nunca sabem quando a ETA vai rebentar por aí.
Os russos têm a escala por graus. Vai até aos 88º, que é a graduação máximo do vodka que tomam quando estão nesse estado.
Os alemães têm como alerta máximo o "alerta heil". Quando eles começam a dizer heil uns aos outros, está tudo fodido!
Os chineses, pacientes e milenares, têm o "alerta resolver este século" e em toda a África usam o mesmo alerta, o "alerta branco". Quando é dado, os africanos ficam pálidos e fogem desordenados para qualquer lado.
Os brasileiros têm o "alerta fim do mundo". Nunca foi utilizado e só serve para o eventual caso de não se poder organizar o Carnaval.
Israel tem o "alerta apocalipse now", mas ainda não foi preciso, vão utilizando o grau abaixo – o "alerta raid", inspirado, não nos raids que fazem aos países vizinhos, mas no insecticida com o mesmo nome.
O Irão tem o "alerta chita", o "alerta tapete persa" e o "alerta véu de burka". Servem todos para camuflar a central nuclear.
A Holanda tem o "alerta muito charrado" e o "alerta mesmo muito charrado".
Já a Bélgica tem o "alerta menos de 12 anos" que é o menos grave e o "alerta amarelo", o mais grave, para quando acabam as batatas fritas.
O Canadá tem como alerta máximo o "quase amarelo" e só foi usado uma vez nos anos 70 (ou antes, ou ainda depois) quando um castor teve uma desavença com um cavalo da guarda montada obrigando, na altura, à intervenção da Rainha Mãe, de Inglaterra que resolveu tudo com uma garrafa de Gin. O cavalo porém ficou a queixar-se.
Quanto a Portugal, não foi fácil descobrir que alertas temos. Perguntei para o Ministério da Defesa e mandaram-me para as Forças Armadas, perguntei às FA e mandaram-me para o Gabinete de Emergência, perguntei para lá, mas estavam todos em "alerta de férias". Não desisti, perguntei a um tio meu (na foto) que percebe destas coisas e descobri finalmente que temos três estados de alerta: o "ensonado", o "passar pelas brasas" e o estado de "alerta de sono profundo".
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19:01
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O Médio Oriente parece uma casa típica portuguesa: todos ralham e todos têm razão.
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23:44
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Dantes achava que os bebés eram, em qualquer encontro social, uma chatice e um desconforto. Ele é o barulho, os berros e as chiadeiras, ele são os brinquedos, as fraldas e os berços, para além do cuidado permanente de que necessitam... Enfim, o egoísmo supremo daquelas pequenas larvas que têm que ter tudo já e agora apesar de só saberem comer e cagar. Depois, não fazem sequer um mínimo esforço de conversa, e ainda por cima são inconvenientes o suficiente para interromper qualquer discussão com as suas pseudo-necessidades. Achava eu, que chegavam a ser insolentes. Mas mudei de ideias.
Os pobres coitados são de facto pequenos ditadores na sua forma mais pura, mas não é isso que me chateia. Aliás, os pequenos diabos não me chateiam de todo. É verdade que não dizem nada de jeito e comportam-se a maioria do tempo como cães tetraplégicos deitados numa alcofa de barriga para cima, mas isso, naquela idade, confesso, chega a ser engraçado.
O que eu não consigo mesmo aturar são os adultos! Os pais, os avós, os amigos da mãe e do pai, os familiares afastados e todos os adultos em geral que se relacionem com um bebé. Podia falar das longas discussões sobre antecipações dilatadas da eventual necessidade do bebé dali a dois dias e como isso poderá afectar não só a vida futura do cachopo como a vida sexual dos pais no imediato. Ou então da discussão filosófica destruidora de relacionamentos acerca da posição relativa do bebé no carrinho, considerando o vento, a posição do sol e as manias da avó. Mas o que não consigo aturar mesmo, são as vocalizações sonoras dos adultos para os pobres bebés, que tendo chegado há tão pouco tempo ao mundo, são obrigados desde logo a assistir à mais patética condição do ser humano. Tutupipi tutu! Coisinha linda! Gugu Dada! Quem é o filhinho da mamã? Ai! Tling ling! Ai que lindo! E por aí fora, que a lamechice humana é parte integrante da própria estupidez, e esta, como sabemos, não tem limites. Se ao menos eles não fizessem aqueles barulhos estranhos, aquele linguarejar infanto-demoníaco, aqueles sons lamecho-estridentes...
Os bebés, salvo raras excepções, até são engraçados e divertidos. Porquê estragá-los logo de início!?
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23:37
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