Uma enfermeira aposentada, assumiu ter provocado cerca de duas mil e quinhentas interrupções de gravidez ilegais ao longo de doze anos, segundo uma entrevista a um jornal regional.
A enfermeira em causa, afirmou também que apenas mantêm esta prática porque é pressionada para o fazer, visto que todos os dias lhe pedem por favor para fazer mais um aborto. A enfermeira acrescenta ainda, que “custa mesmo muito por termo a mais uma vida”, mas, na opinião dela “é o melhor a fazer”.
Se tivermos em conta que, e passo a citar, “nunca se cobra dinheiro, as pessoas é que se habituaram a deixar quinhentos euros”, não há duvida que custa mesmo muito (dinheiro) por termo à vida, e que, para quem pode facturar quinhentos euros, é o melhor a fazer. Que situação pá! È mesmo muita pressão! Coitadinha da senhora!
Curioso o facto da enfermeira afirmar que “as pessoas é que se habituaram a deixar quinhentos euros”. Mas, esta é uma prática que cria habituação? È um vicio? Causa dependência? Ao que parece sim, causa mesmo dependência, principalmente se a enfermeira que provoca os abortos não tiver outra fonte de rendimento, como é o caso.
Mas, como todas as estórias devem ter uma parte engraçada, termino este post informando os meus queridos leitores, que na mesma entrevista esta senhora enfermeira demonstra não ter noção que a mãe natureza lhe impôs dez castigos, quando deu à luz nove filhos e casou com um marido que se entregou ao álcool, ao jogo e ás amantes.
PS: Esqueci-me de dizer que esta senhora é católica praticante e está contra a despenalização da interrupção voluntária da gravidez.
Uma verdadeira fiel seguidora de deus e dum “bocadinho” grande de dinheiro!