24.1.07

Das coisas que os homens não reconhecem

O que a move não é tanto o facto de ele a ter deixado e de se estar a cagar para ela, mas antes a sua certeza inabalável de que no fundo, ele está completamente apaixonado por ela. Só não quer reconhecer...

Retoma económica

X: È pá! Estamos lixados! Portugal é o cu da Europa.
Y: E qual é o problema? Conheces algum gajo que não goste de cu?

23.1.07

Uma no Cravinho, outra na corrupção

É preciso acabar com a corrupção em Portugal!
Nem que para isso seja preciso subornar alguém.

Coisas que me passam pela cabeça

Será que o mentor do grande sucesso que é o método de divulgação boca-à-boca tinha herpes labial?

22.1.07

Do que fazemos

A única merda que o ser humano poderia realmente fazer, era não fazer merda nenhuma.

De: o único pecado que o homem poderia realmente cometer era o de não cometer pecado nenhum.

21.1.07

Novas Bem-aventuranças agnósticas

Bem-aventurados os betos, porque deles são as franjas do Reino dos Céus.

Da política crítica

Na verdade, não conseguia alinhar com as políticas do governo, mas também não conseguia alinhar com as criticas ao governo. Pensando bem nem sequer conseguia alinhar com as criticas às criticas ao governo. Às quais de resto, tinha algumas criticas a fazer...

20.1.07

Das entrevistas

Não é grande coisa...

Dos começos

Hoje em dia, é muito difícil ouvir uma frase começada por "Hoje em dia...", que esteja certa. E as que começam por "Antigamente...", normalmente são falsas. As únicas que podem estar certas são as que começam por "No futuro...".

19.1.07

Dos gays

Os gays dividem-se em 5 grandes grupos: os decoradores, os gourmets, os modistas, os gays de lazer — que é uma redundância — e os gays imaginados, ou melhor, gays da imagem. Se juntarmos um de cada, dá um esquadrão.

Pernas, para que vos quero?

Quase 30 anos após ter sido instituído, e apesar da revolução tecnológica dos últimos anos, o Estado contínua a pagar a funcionários públicos o chamado ‘subsídio de marcha’, um apoio financeiro destinado a compensar a deslocação a pé dos funcionários em serviço.
No universo de beneficiários deste subsídio constam trabalhadores como os ‘leitores cobradores de consumo’, integrados nos serviços municipais da água, na fiscalização central e local de obras de construção civil e até os antigos guarda-rios. Mas todos os 730 mil funcionários públicos têm acesso a este subsídio.Todos, excepto um funcionário que trabalha na reprografia da autarquia e que se queixa de discriminação só porque anda de cadeira de rodas.

17.1.07

Das guerras

Não percebe como é que um país com o Rambo, o Super-Homem, o capitão América e tantos outros heróis não consegue resolver uma guerrazita num paízito do médio oriente...

16.1.07

Das perguntas estúpidas

– Em que é que estás a pensar, querido?
– Nada de especial...
– Se eu morresse voltarias a casar?
– Não sei...
– Querido, qual é a coisa que gostas mais em mim?
– Não sei, gosto de tantas...
– E qual é a coisa que gostas menos?
– Essa mania parva que tu tens de fazer perguntas estúpidas.
– Porquê?...

(Cont.)
– Estás sempre a fazer perguntas... Mas porque é que estás sempre a fazer perguntas?
– Porque nunca me respondeste como eu queria a uma pergunta.
– Qual?
– Amas-me?
– Han, han...

Das queixas geográficas

Queixavam-se que os americanos não sabiam onde era Portugal. Brevemente vão queixar-se que os chineses não sabem onde é a Europa.

14.1.07

Coisas que "oiço" dizer...

Poxa, to tanto tempo sem atualizar o meu blog q até fiquei triste qdo vi.*

A ausência de vontade de escrever neste blog começa a irritar-me!*

13.1.07

Da altura

Ele era muito, muito alto. Mas toda a gente concordava que no fundo, ele esticava-se um bocadinho. Um dia, uma tia velha e pequeneca olhou-o de alto abaixo e disse-lhe: "és grande, mas não és grande coisa". Nesse dia perdeu uns centímetros...

12.1.07

Do expião

Gostava de assumir as culpas – as dele e as dos outros. Um dia perguntaram-lhe porquê. Respondeu que era uma coisa que sabia fazer bem.

11.1.07

Em casa de ferreiro, espeto de pau!

Uma enfermeira aposentada, assumiu ter provocado cerca de duas mil e quinhentas interrupções de gravidez ilegais ao longo de doze anos, segundo uma entrevista a um jornal regional.
A enfermeira em causa, afirmou também que apenas mantêm esta prática porque é pressionada para o fazer, visto que todos os dias lhe pedem por favor para fazer mais um aborto. A enfermeira acrescenta ainda, que “custa mesmo muito por termo a mais uma vida”, mas, na opinião dela “é o melhor a fazer”.
Se tivermos em conta que, e passo a citar, “nunca se cobra dinheiro, as pessoas é que se habituaram a deixar quinhentos euros”, não há duvida que custa mesmo muito (dinheiro) por termo à vida, e que, para quem pode facturar quinhentos euros, é o melhor a fazer. Que situação pá! È mesmo muita pressão! Coitadinha da senhora!
Curioso o facto da enfermeira afirmar que “as pessoas é que se habituaram a deixar quinhentos euros”. Mas, esta é uma prática que cria habituação? È um vicio? Causa dependência? Ao que parece sim, causa mesmo dependência, principalmente se a enfermeira que provoca os abortos não tiver outra fonte de rendimento, como é o caso.
Mas, como todas as estórias devem ter uma parte engraçada, termino este post informando os meus queridos leitores, que na mesma entrevista esta senhora enfermeira demonstra não ter noção que a mãe natureza lhe impôs dez castigos, quando deu à luz nove filhos e casou com um marido que se entregou ao álcool, ao jogo e ás amantes.

PS: Esqueci-me de dizer que esta senhora é católica praticante e está contra a despenalização da interrupção voluntária da gravidez.
Uma verdadeira fiel seguidora de deus e dum “bocadinho” grande de dinheiro!

Da ignorância

Explicou-lhe calmamente: não é tanto que sejas má a fazer sexo, o problema é que tu não o sabes fazer de todo.

10.1.07

Estou muito “necessitadinho” de tempo

Na repartição de finanças – que faço questão de visitar trimestralmente devido ao rápido, dinâmico, simpático e competente atendimento – ouvi três pessoas usarem a expressão " tempo é dinheiro".
Como uma delas é reformada, deduzo que, se não morrer nos próximos dias, vai ficar multimilionária!