Coisas que oiço dizer
“Quem nasce torto”, é que “a mais não é obrigado” e “quem dá o que tem”, é que “tarde ou nunca se endireita”.
Pequenas grandes coisas...
“Quem nasce torto”, é que “a mais não é obrigado” e “quem dá o que tem”, é que “tarde ou nunca se endireita”.
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Os revolucionários de ontem serão sempre os conservadores de amanhã. É por isso que é preferível a evolução.
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Com tanta coisa para fazer, sente que os fins-de-semana não são suficientes para descansar. O que ele precisava era de não fazer nada a longo prazo.
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O que ele gosta no spam, é poder ignorar os emails que quer com a desculpa de terem ido parar ao lixo...
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22:08
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Quanto à alimentação, considerava-a ovo-elástico-vegetariana. Isto é, só comia vegetais, ovos e pastilha-elástica.
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02:19
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Como a minha avó costumava dizer: “Quarta-feira de cinzas com chuva, é lama até à vulva!”
Era fresca a velha... e boa observadora.
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02:09
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Era tão formal que fazia questão de cagar de pé, por respeito à merda que lhe saia das entranhas.
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06:29
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O problema de Portugal é achar que tem um problema;
ou
O problema de Portugal é o facto de ser um país;
ou
O problema de Portugal é o ‘R’. Ou o 'G'. Ou mesmo o 'L' no final...
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01:26
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Não deixa de ser irónico que no país por excelência da liberdade de expressão, o direito mais citado seja o direito a permanecer calado...
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14:23
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Olhando aos amantes, se o amor fosse de comer, era de certeza de lamber e de chupar.
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05:00
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Conversa1
Eu — O Salazar: 1ª parte, muito boa, segunda parte, muito má.
Uma pessoa de esquerda — Tu és é fascista!
Conversa 2
Eu — O Salazar: 1ª parte, muito boa, segunda parte, muito má.
Uma pessoa de direita — Tu és é comunista!
Conversa 3
Eu — O Salazar: 1ª parte, muito boa, segunda parte, muito má.
Uma pessoa distraída — Não vi o jogo...
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00:07
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Cansado de lhe chamarem pseudo-intelectual, foi para a cidade. Lá, cansado de lhe chamarem intelectual voltou para o campo e tornou-se num pseudo-matarroano.
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O mais importante, na aproximação do homem ao tema da vagina, é a abordagem.
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“Uma coisa, é uma coisa. Agora, outra coisa, é outra coisa, completamente diferente.”
Aforismo de origem portuguesa
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Das vergonhas à mostra
Isto de ter ganho o Sim à despenalização é uma vergonha! Qualquer dia ainda nos tornamos num país evoluído! É assim que eles começam...
Novas Bem-aventuranças agnósticas II
Abençoados os adeptos do Não, porque deles serão os Vãos-de-Escada do Reino dos Céus.
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02:27
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Tinha um sonho: ser cão! É que sentia que vivia um pouco abaixo disso e sem sorte nenhuma...
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14:50
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Explicaram-lhe que iam trocar de casa. E ele pediu para trocarem de casa com um coleguinha da escola que tem uma casa enorme, com piscina, jardim e mordomo. Em vez de trocarem de casa, trocaram de filho.
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16:24
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As suas certezas sobre o sexo terminavam com a colocação do preservativo.
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12:45
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Tenho medo que se vencer o Não no referendo, a seguir, os seus partidários queiram penalizar a punheta. Tenho aliás, muito medo...
Num país que devia estar a discutir quais as melhores políticas sociais para baixar o número de abortos legais e apoiar as famílias sobretudo as numerosas, ainda andamos a discutir se havemos de sair da idade das trevas ou não. Assim não, de facto. Seria patético se não fosse ridículo.
Eis a grande oportunidade de Portugal para evoluir e andar para a frente como país e nação: era ganhar o Não no referendo e o Salazar nos Grandes Portugueses. Só ainda não percebi se é preciso matar alguém ou se podemos fazer como naquela revolução de 74, a que alterou o sistema político.
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15:45
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