24.5.07

Portugal, Quid Juris?

ou
Portugal, Cu de Judas?

23.5.07

Da costela

Sempre que vê uma “drag queen”, daquelas perfeitas, não consegue deixar de pensar, que afinal, fazer uma mulher nem é assim tão difícil...

22.5.07

Do amor geográfico

— És a mulher que eu mais amo nesta terra...
— Hmmm!... ...Qual?
— Qual, quê?
— Qual terra?
— Então, esta?
— E dos arredores?
— Também...

— Mas desta terra ‘terra’ ou do planeta Terra?
— Epá, já fiquei mal disposto com a conversa. Nunca nada está bem para ti. Vou dar uma volta a Marte e devo vir tarde. Adeus.

21.5.07

Coisas que oiço dizer...

Depois de uma “performance” de 9 segundos, ele, vendo-a triste, disse-lhe: Não te preocupes. Acontece a todas.

19.5.07

Actualidades

Do desemprego
A taxa de desemprego atingiu o valor mais alto dos últimos 20 anos. Em Portugal, o desemprego é tão grande, que os desempregados já desistem de o encontrar. Santana Lopes, nem se fez à câmara de Lisboa...

Das coligações
António Costa mentiu acerca de ter tentado fazer coligações, quando ele próprio evitou com o PSD que as pudesse haver. Mas o que será que leva um homem inteligente a mentir?... Se ele voltar a falar disso mais à frente, se calhar é um hábito...

Dos prazos
Gosta das situações que estão correctas, porém ilegais. Sobretudo quando são os políticos a meterem-se nelas. É ridículo e patético!

Do colinho
Dizem os media que o Governo fica (mais) frágil com a saída de António Costa. O mesmo que tem “bom media”. E sempre foi um bocadinho sobre-valorizado. (Pelo que não admira se o levarem ao colo.) E que bom que vai ser, para o Governo e para Sócrates, ganhar uma eleição... E sobretudo ter o Poder Autárquico do lado dele.

Dos media
Estou absolutamente convencido e plenamente convicto que os media dizem a verdade... Objectivamente...
Só não sei onde!

Do António Costa
Na rádio, o homem podia fazer o Oceano Pacífico, por mais tempo que o original. Era entrar no registo. Na televisão, sobretudo na televisão a cores, o homem é uma lufada de ar fresco. É tão nouvelle vague como Sócrates, até porque é o lado colorido de um cinzentismo Socratista. Ainda por cima, o raio do homem é competente. Caramba. Melhor que isto, nem o Barak Obama!

Dos cegos
Em terra de cegos, quem tem olho, tem por obrigação servir de Rei.

Do Eusébio
Ainda bem que o Eusébio está melhor e vai continuar a viver por mais uns anos. Esperemos que sim. Parecendo que não, é o único símbolo nacional — e logo dos maiores — que nos lembra para o bem e para o mal do nosso passado africano. Sem ele o cenário ficava bem mais negro...

18.5.07

Dos decotes de trabalho

O decote dela incomodáva-o. Não, que estivesse sempre a tentar olhar-lhe discretamente para dentro da blusa, espreitar-lhe o soutien, discernir-lhe a forma do seio, descobrir-lhe um mamilo intumescido... Não. O que o incomodáva mesmo, era o esforço que fazia para não fazer nada disso e ao mesmo tempo concentrar-se na reunião.

17.5.07

Das celebridades

Não é difícil ser estúpido e feliz, nem é assim tão difícil ser consciente e deprimido. Difícil mesmo — e confesso que nutro por estes alguma admiração —, é ser estúpido e ainda por cima deprimido.

16.5.07

Da profundidade

Farto de ser profundo, tornou-se superficial. O problema foi que, aprofundou a superficialidade e começou a levitar. À primeira corrente de ar, nunca mais ninguém o viu.

15.5.07

13.5.07

Da insistência (feminino vs. masculino)

O que lhe custa não é tanto a ideia de ele se estar a cagar para ela, mas a ideia de que existe um homem que não a quer comer.

O que lhe custa não é tanto a ideia de ela se estar a cagar para ele, mas a ideia de que existe uma mulher que ele quer comer.

Dos defeitos

Só há uma coisa pior que descobrirmos um defeito em nós próprios. É sermos corroborados pelos outros.

11.5.07

Do cigarro

Quando se sente em desvantagem, puxa de um cigarro e acende-o insolentemente.

10.5.07

Das pessoas fala-caras

Falava, falava, falava... Falava pelos cotovelos, pelos joelhos... Só havia uma coisa que a calava de vez: um orgasmo!

9.5.07

Das curvas

Procurava sempre a mulher com as melhores curvas. E acabava sempre por despistar-se nelas...

Dos pensamentos

Pensava nela — nos seus maneirismos antiquados, nos seus requintes clássicos, no seu dramatismo em cada acto — sempre que revolvia a cuecas em busca do pénis aflito para mictar...

7.5.07

Coisas que fazem rir...

A marcha pela canábis é um pouco inglória. Os políticos já têm tantos problemas com os Gato Fedorento, que dificilmente legalizarão os charros fedorentos.

Nota: Nem sei se sou a favor da legalização. Vejamos a situação actual no nosso país:
Acesso: Fácil e generalizado. Há muitos sítios para comprar, de norte a sul e até se produz muita no país.
Qualidade: Boa/Muito boa. Para além de muita diversidade, tanto a importada, como a nacional, como os derivados são pelo menos de boa qualidade (excepto o haxixe marroquino que é de muito baixa qualidade).
Preço: Baixo. Segundo noticias recentes, temos dos preços mais baixos.
Consumo: Livre. E até vai ser mais barato do que ser apanhado a fumar tabaco em recintos fechados!
Tenho medo que legalizando, tudo se altere...

Parafraseando...

A França, hoje em dia, só nos consegue dar alguma luz quando está a arder. Como sempre...

4.5.07

Das torções

Nunca dava o braço a torcer. Por isso, o destino encarregava-se de lhos torcer. Ora um, ora outro...

Do falhanço

De manhã, falhou ao emprego. Depois, falhou ao almoço combinado. À tarde falhou a reunião. Os filhos, não foi ele buscá-los à escola. E à noite chegou tardíssimo... o anúncio da sua morte. Falhara-lhe a vida...

2.5.07

Das boas, boas...


Gosta daquelas mulheres que se consideram autênticas bonecas. E que fazem boquinha e tudo. Mas prefere as bonecas que são consideradas autênticas mulheres. Parecendo que não, fazem uma boquinha maior e saem sempre mais baratas.