Foram encerrados três sites portugueses de partilha de ficheiros. Queixam-se que vivemos numa sociedade individualista e quando alguém tenta partilhar, vai preso...
Óscar, é o nome de um gato que “percebe” quem vai morrer. Uma espécie de Dr. House felino de um hospital em Providence, nos Estados Unidos, que só trata da morte: quando ele se deita na cama com um paciente, esse paciente bate as botas. Imaginem se acontecesse o mesmo com a Elsa Raposo...
Surpreendentemente, não há relatos de o animal ter levado um pontapé nas fuças... Que era o que eu lhe fazia se ele se viesse deitar na minha cama...
Manuel Alegre diz que há medo dentro do PS e Sócrates diz que Alegre é uma espécie de Scooby-Doo da política portuguesa e nesse caso, se tem medo arranje um gato. O Óscar por exemplo. Mas não deixe que o raio do gato lhe suba para a cama... O que pode acontecer inadvertidamente...
Sócrates abriu as hostilidades ao falar abertamente do que lhe passa e não passa pela cabeça: "Não me passa pela cabeça que haja uma região no país onde uma lei da república, não seja aplicada". Jardim ripostou dizendo ao primeiro-ministro que "quem tem obsessões com a Madeira — que indiciam já um aspecto doentio —, quem está doente, trata-se". E entrámos assim no domínio da psicanálise política.
Jardim entretanto diz que é Sócrates quem está a pôr em causa a coesão nacional. Ou seja, de um lado temos um primeiro-ministro obsessivo e de outro, Jardim num fenómeno de projecção freudiana. Nem o presidente da república, nem os tribunais conseguirão resolver o imbróglio. A solução é um terapeuta. Psicólogo ou psicanalista ou, no caso de Jardim, um psiquiatra com dois enfermeiros encorpados e uma camisa de forças.
Segundo um estudo recente, o consumo de cannabis pode aumentar risco de doenças mentais em 41 por cento. Não sei o que Sócrates e Jardim têm andado a fazer quanto a isto, mas em defesa da cannabis diga-se, que esta novela do aborto na Madeira aumentam muito mais o risco...
Sonae compra Carrefour. Finalmente, pai e filho vão conseguir comprar alguma coisa juntos. Paulo Azevedo desabafou que foi o melhor que lhe podia acontecer, porque é como ir à pesca com o pai, o pai deixá-lo segurar na cana, mas não apanharem peixe nenhum...
Dezenas de escolas básicas continuam a cobrar valores no acto da matrícula, violando assim o princípio constitucional da gratuitidade do ensino obrigatório. Estou chocado. Pensar que afinal, a minha escola durante todos aqueles anos, conseguiu roubar mais dinheiro aos meus pais que eu...