Passerelle de roupa suja

Alfredo Morais e Vítor Trindade, sócios nos diversos “passerelles”, detidos pela PJ por tráfico de mulheres, auxilio à emigração ilegal, evasão fiscal, lenocínio e branqueamento de capitais, afirmaram em tribunal estar arrependidos e garantiram que nunca mais vão comprar mulheres para se despirem nas as festas da PJ, PSP ou GNR, nem subornar agentes da autoridade.
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